Autoria:
Michela Borges; Anne Isabelley Gondim de Farias; Carlos Renato Rezende Ventura; Jéssica Prata de Oliveira; Luciana Ribeiro Martins; Luiz Fernando Netto; Mariana de Vasconcelos Contins Gonçalves; Maristela de Lima Bueno; Renata Aparecida dos Santos Alitto; Walter Ramos Pinto Cerqueira; Yara Aparecida Garcia Tavares
Como citar:
Borges, M.; Farias, A.I.G.; Ventura, C.R.R.; Oliveira, J.P.; Martins, L.R.; Netto, L.F.; Gonçalves, M.V.C.; Bueno, M.L.; Alitto, R.A.S.; Cerqueira, W.R.P.; Tavares, Y.A.G. 2024. Echinaster brasiliensis. Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade - SALVE - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Disponível em: https://salve.icmbio.gov.br Digital Object Identifier (DOI): https://doi.org/10.37002/salve.ficha.21372.2
- Acesso em: 21/01/2026.
Echinaster brasiliensis estende-se da Flórida (EUA) até o Golfo San Matías (Argentina). No Brasil, ocorre do Rio Grande do Norte até Rio Grande do Sul. As espécies brasileiras do gênero Echinaster encontram-se ainda mal definidas, pois possuem vários morfotipos. É uma espécie comum na costa do Rio de Janeiro, sendo muito coletada por aquariofilistas, sem que haja a fiscalização e o controle dessa extração e comercialização. Devido à alta similaridade entre as espécies do gênero Echinaster na costa brasileira, as ameaças atingem igualmente todas suas congêneres. Entretanto, não há estudos populacionais que indiquem os níveis de redução no Brasil. Por isso, E. brasiliensis foi categorizada como Menos Preocupante (LC)..